Com 17 dias para o segundo turno das Eleições 2026 no Distrito Federal, os candidatos Celina Leão (PP) e Leandro Grass (PT) intensificam suas campanhas regionais, com a primeira focada no entorno planaltino e o segundo em ações no Samambaia e Asa Norte, enquanto Kiko Caputo, ex-candidato do Novo que somou 72.148 votos no primeiro turno, declarou apoio unificado à chapa de Celina Leão, reafirmando a necessidade de que o DF volte a prosperar sob sua gestão.
Contexto Eleitoral e Estrutura de Campanha
A apuração da primeira rodada revelou vantagem técnica de Leandro Grass no Distrito Federal, mas a mobilização estratégica de Celina Leão, aliada ao apoio declarativo de Kiko Caputo, reflete uma dinâmica de campanha que busca consolidar alianças regionais e captar voto estratégico nos bairros periféricos, conforme evidenciado pela agenda marcada para quinta-feira (8/10), com atividades programadas das 15h às 20h30 em Planaltina, incluindo caminhada, reunião com setor produtivo e encontro com deputados aliados.
Nos últimos dias, o ex-candidato do Novo, Kiko Caputo, que obteve 72.148 votos (quarto lugar) e não foi reeleito, transformou sua trajetória política ao declarar publicamente seu apoio a Celina Leão para o segundo turno, argumentando que tal decisão 'se impõe' como dever do partido diante do pleito eleitoral, enquanto sua presença ao lado da governadora na gravação do vídeo reforça a costura entre diferentes blocos da centro-direita política local.
Kiko Caputo afirmou que o apoio à candidatura de Celina Leão 'se impõe' como dever do partido diante da jornada eleitoral.
Repercussão Política e Diretrizes de Governo
A formalização do apoio de Kiko Caputo à chapa de Celina Leão fortalece a base aliada do PP no DF, sinalizando uma estratégia de consolidação de poder entre setores moderados e liberais que buscam evitar polarização extrema no segundo turno.
Enquanto isso, Leandro Grass (PT), com o vice Geraldo Alckmin (PSB), intensifica a campanha na base progressista ao reunir-se com partidos da esquerda na Feira Central de Ceilândia, defendendo a tese de que o segundo turno representa uma nova eleição para garantir governo de maioria, com expectativa de vitória após a abstenção elevada observada no primeiro turno.



