A pesquisa eleitoral do instituto Veritá, registrada no TSE sob os números PA-07017/2026 e BR-01223/2026, revelou que Helder Barbalho (MDB) e Éder Mauro (PL) aparecem empatados tecnicamente na intenção de voto para o Senado do Pará no cenário estimulado, com 22,9% e 22,5%, respectivamente, entre os entrevistados de 12 a 17 de setembro de 2023. O levantamento, com amostra de 1.525 eleitores e margem de erro de 2,5 pontos percentuais, reforça a competitividade da disputa e o equilíbrio entre os candidatos nas pesquisas oficiais do calendário eleitoral.
Contexto Institucional e Metodológico da Pesquisa Eleitoral
A pesquisa foi conduzida com rigor técnico, abrangendo uma amostra representativa de 1.525 eleitores no período estabelecido pelo instituto, entre 12 e 17 de setembro, com margem de erro de 2,5 pontos percentuais e nível de confiança de 95%, conforme exigido pelas normas do TSE para validade oficial. O s resultados do cenário estimulado — no qual os eleitores avaliam uma lista completa de candidatos — destacam Helder Barbalho (MDB) em segundo lugar apenas atrás de Éder Mauro (PL), embora a diferença entre os dois seja inferior à margem de erro estatística, indicando um empate técnico que reflete a volatilidade do eleitorado paraense.
Nos últimos ciclos eleitorais, o Pará tem demonstrado tendência à alternância entre os partidos tradicionais e novos movimentos políticos, o que explica a proximidade entre os dois principais candidatos ao Senado. A análise dos dados revela que, embora Mauro tenha vantagem mínima na intenção espontânea, Barbalho mantém posição mais estável nas simulações com lista completa, sinalizando potencial para virar o jogo no segundo turno ou em eventuais coligações pós-eleição.
O empate técnico entre Helder Barbalho (MDB) e Éder Mauro (PL), ambos com 22,9% e 22,5% nas intenções estimuladas, evidencia a estreita concorrência pelo Senado do Pará.
Repercussão Política e Estratégias de Campanha
As campanhas dos dois principais candidatos já sinalizam ajustes táticos: Barbalho busca reforçar sua imagem como governador com foco em gestão pública e segurança, enquanto Mauro intensifica a articulação com setores rurais e evangélicos, bases estratégicas para consolidar vantagem em disputas estaduais.
A expectativa é que o confronto direto entre os dois no segundo turno — caso não haja coalizão prévia — mobilize alianças partidárias mais amplas, com possíveis negociações com candidatos como Chicão (União) ou Zequinha Marinho (Pode), que detêm vultos relevantes nos votos segundo e primeiro lugar.



