Marinho comunicou a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), incluindo o presidente da Corte, Edson Fachin, que, caso seja eleito, buscará uma parceria institucional entre os poderes, mas não será omisso diante de denúncias contra ministros do STF. As conversas não tiveram menções específicas a nenhum ministro.
Sua candidatura se contrapõe a Davi Alcolumbre (União-AP), que tenta a reeleição com apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Enquanto Marinho defende reformas econômicas liberalizantes e processos de impeachment contra ministros da Corte, Alcolumbre argumenta que essa agenda tensionaria o país e defende uma 'pacificação' baseada na anistia aos condenados do 8 de janeiro e na libertação de Jair Bolsonaro.
Para vencer, Marinho precisa de 41 votos e conta com a bancada de 29 senadores do PL. A oposição também conta atualmente com a senadora Tereza Cristina (PP-MS) como candidata, mas uma reunião entre os dois na semana passada não resultou em unificação da candidatura.



