Na manhã de 26 de setembro, nevoeiro denso que reduziu a visibilidade a menos de 500 metros afetou significativamente as operações nos aeroportos de Congonhas e Guarulhos, provocando cancelamentos e atrasos em voos das principais companhias aéreas, enquanto o falecimento do Arcebispo Emérito de Curitiba, Dom Pedro Fedalto, aos 100 anos, completou o quadro de acontecimentos marcantes do dia.
Contexto Climático e O peracional dos Aeroportos
A persistência do nevoeiro na manhã de 26/9, segundo relatos oficiais da Aena e das próprias companhias aéreas, gerou interrupção imediata das atividades em Congonhas e Guarulhos, com a visibilidade caindo para níveis incompatíveis com padrões operacionais seguros; cancelamentos ocorreram em voos da Latam, Azul e Gol, que descreveram a condição meteorológica como 'fugindo do controle', embora tenham garantido o retorno normal das operações ainda na parte da manhã.
O fenômeno climático afetou não apenas a mobilidade aérea, mas também intensificou o fluxo de passageiros na área de check-in dos terminais, conforme observado pela operadora do aeroporto de Congonhas, que assegurou que toda a infraestrutura permanecia funcional e que os serviços de assistência aos viajantes estavam sendo disponibilizados conforme a disponibilidade das companhias.
Mais de 150 voos foram cancelados ou atrasados devido ao nevoeiro em Congonhas e Guarulhos no dia 26 de setembro.
Repercussão Institucional e Consequências Pós-Climáticas
As autoridades reguladoras da aviação civil, representadas pela ANAC, mantiveram postura técnica ao afirmar que os protocolos de segurança foram acionados conforme previsto em casos de reduzida visibilidade, sem registros de incidentes ou intercorrências graves durante o período crítico.
Enquanto isso, a morte do Arcebispo Emérito de Curitiba, Dom Pedro Fedalto, aos 100 anos, gerou manifestações oficiais do governo federal e da Arquidiocese do Paraná, destacando sua contribuição histórica para a educação e saúde no Brasil.



