Na quarta-feira (3/9), a Polícia Militar de Goiás (PMGO) efetuou a prisão da mãe de um menino de 7 anos após constatação de queimaduras intencionais causadas por objeto aquecido no fogão, conforme relato da criança ao Conselho Tutelar de Cidade O cidental, que acionou as autoridades competentes para o encaminhamento imediato do caso ao Hospital Municipal da região.
Contexto Institucional e Procedimentos de Apuração
A apuração coordenada pelo Conselho Tutelar local revelou que a criança relatou ter sido submetida a queimaduras deliberadas após a mãe aquecer uma colher no fogão e pressioná-la contra as mãos, prática que configurou ato de violência doméstica grave e violação aos direitos da criança e do adolescente, previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
O caso, que mobilizou os órgãos de proteção e segurança pública, ocorreu na residência familiar na Cidade O cidental (GO), sendo encaminhado ao Hospital Municipal para tratamento especializado das lesões de terceiro grau registradas nas mãos do menor, enquanto a investigação civil e criminal permanece em andamento sob responsabilidade da Polícia Civil.
A criança sofreu queimaduras de terceiro grau nas mãos após ser submetida a tratamento com colher aquecida, conforme relato ao Conselho Tutelar
Repercussão Institucional e Desdobramentos Jurídicos
A autoridade responsável pela prisão, a Polícia Militar de Goiás, conduziu a acusada ao Centro Integrado de O perações de Segurança (Ciops) de Luziânia, unidade vinculada à Secretaria de Estado de Segurança Pública do GO, onde permanecerá sob medida protetiva durante o processo investigativo.
O Conselho Tutelar regional destacou a necessidade urgente de medidas protetivas efetivas e reforçou parceria com o Ministério Público para garantir acompanhamento jurídico especializado no apuramento dos fatos.



