A Polícia Federal realizou, na sexta‑feira (2 de outubro), diligências de busca e apreensão em dois endereços localizados em São Paulo e nas imediações do Distrito Federal, com o objetivo de investigar suposto plano que poderia ameaçar as instalações diplomáticas dos Estados Unidos no Brasil, enquanto o governo do presidente Donald Trump suspendia, no mesmo dia, os serviços consulares em toda a base diplomática americana no país.
Apuração da O peração da Polícia Federal
A ação da PF, coordenada pela Diretoria de Combate ao Crime O rganizado, contou com equipes especializadas em segurança institucional e análise forense de equipamentos de comunicação, que foram apreendidos durante os mandados judiciais; até o momento, nenhum indício concreto foi encontrado que comprove a existência de risco iminente às missões diplomáticas americanas.
O s procedimentos foram determinados com base em informações preliminares recebidas por intermédio de canais oficiais de cooperação internacional, porém a ausência de suspeitos identificados ou de provas que confirmem a efetividade da ameaça apontada pelos órgãos norte‑americanos mantém o caso em fase de avaliação cautelosa.
Nenhum suspeito foi identificado e ainda não há comprovação de risco efetivo às instalações diplomáticas americanas no Brasil.
Repercussão institucional e próximos desdobramentos
O Ministério das Relações Exteriores informou que as medidas adotadas pelo governo estadunidense visam preservar a integridade dos serviços consulares, mas ressaltou que a continuidade das atividades depends da avaliação de segurança realizada pelas autoridades brasileiras.
As investigações da Polícia Federal prosseguirão com a análise dos dispositivos eletrônicos apreendidos e eventuais novos pedidos de mandado, enquanto o governo brasileiro aguarda definição formal sobre a possibilidade de reabertura ou manutenção dos serviços consulares.


