O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) revogou a prisão preventiva do policial militar Bruno Carvalho do Prado, acusado da morte do estudante de medicina Marco Aurélio Cardenas Acosta, de 22 anos, em novembro de 2024 na Vila Mariana, zona sul da capital paulista. A decisão foi proferida pela 12ª Câmara de Direito Criminal do TJSP após análise de habeas corpus movido pela defesa, que considerou a falta de comprovação dos fatos e a desproporcionalidade da medida cautelar.
Contexto Institucional e Histórico da Investigação
O Tribunal entendeu que manter a prisão preventiva seria desproporcional, já que os fatos utilizados para justificar a medida não estavam suficientemente demonstrados.



