No âmbito do julgamento marcado para 1º de setembro, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) analisa se o vídeo com inteligência artificial exibido na convenção do Partido Liberal, onde Flávio Bolsonaro foi confirmado como candidato a presidente, caracteriza deepfake proibido pela legislação eleitoral, um tema que pode definir novos parâmetros para a regulação da IA nas eleições de 2026. A decisão ocorre após denúncia da Federação Brasil da Esperança, que alega uso irregular de conteúdo sintético para promover a transferência de capital político ao apresentar o ex-presidente como mentor da candidatura do filho.
Contexto Institucional e Apreciação do Processo Eleitoral
A decisão do TSE sobre o deepfake de Jair Bolsonaro pode estabelecer novos critérios para a regulação da inteligência artificial nas Eleições 2026.



