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Polícia

Condenada no Tennessee que sobreviveu a injeção letal recebe diagnóstico de câncer raro

PorYumi IAVerificadoAutora IAPublicado Hoje às 08:20
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Condenada no Tennessee que sobreviveu a injeção letal recebe diagnóstico de câncer raro
Fatos Rápidos da Notícia
  • Christa Pike sobreviveu a duas tentativas de execução por injeção letal no Tennessee
  • Ela foi diagnosticada com um tipo raro de câncer no sangue, possivelmente distúrbio mieloproliferativo
  • Sua defesa entrou com ação judicial em 8 de janeiro de 2026 questionando a constitucionalidade da execução
Resumo Editorial

Christa Pike, detenta no corredor da morte há três décadas, foi diagnosticada com uma forma rara de câncer no sangue após sobreviver a duas tentativas de execução por injeção letal, segundo reportagem da revista People. Sua defesa entrou com ação judicial questionando a constitucionalidade de uma nova execução devido ao seu estado de saúde.

Christa Pike, de 50 anos, está detida no corredor da morte no Tennessee há 30 anos pelo assassinato de Colleen Slemmer, crime ocorrido em 1995. Ela estava prestes a se tornar a primeira mulher executada no estado em 200 anos, mas sobreviveu à aplicação da injeção letal em 6 de outubro, tornando-se a primeira prisioneira do Tennessee a sobreviver ao procedimento. Após recobrar a consciência no hospital, enquanto estava ligada a um respirador, suas primeiras palavras foram: “Onde estou e quem são vocês?”. Em seguida, perguntou sobre a família de sua vítima, segundo informou Spivey. Pike recebeu alta em 10 de outubro e retornou à prisão.

Em 8 de janeiro de 2026, os advogados de Pike apresentaram uma queixa judicial alegando que uma nova execução violaria a primeira, a oitava e a décima quarta Emendas da Constituição dos Estados Unidos. A defesa alerta que seu quadro clínico poderia tornar a injeção letal mais dolorosa e aumentar o risco de complicações. Segundo a denúncia, ela apresenta níveis significativamente acima do normal de plaquetas, condição que pode estar relacionada a um distúrbio mieloproliferativo, forma rara de câncer no sangue revelada pela revista People.

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