Na tarde de 26 de agosto, a governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), reuniu-se com representantes de O rganizações da Sociedade Civil para debater políticas de apoio ao setor de creches, destacando a ampliação da faixa etária do Cartão Creche como prioridade, em meio à estratégia política rumo à reeleição.
Contexto Institucional e Análise Técnica da Proposta
O encontro, realizado no Palácio do Jaburu, contou com a participação de gestores de O SCS que pleitearam maior inclusão no programa Cartão Creche, benefício financeiro que atualmente contempla crianças de 4 meses a 3 anos e 11 meses em creches particulares credenciadas pelo Distrito Federal. Durante a discussão, Celina Leão destacou a necessidade de estudo prévio e técnico para avaliar a viabilidade da ampliação da faixa etária para crianças de 4 e 5 anos, medida que demandaria recursos orçamentários adicionais e ajustes na estrutura operacional das creches municipais.
A governadora ressaltou que a decisão final dependerá de análise rigorosa realizada por órgãos técnicos competentes, reforçando que uma portaria formal foi emitida para estruturar o processo de avaliação, garantindo transparência e respaldo jurídico ao projeto de expansão do programa assistencial.
A ampliação do Cartão Creche para crianças de 4 e 5 anos dependerá de estudo técnico e decisão governamental baseada em demanda real e capacidade orçamentária.
Repercussão Política e Desdobramentos Estratégicos
A proposta conta com respaldo da bancada do PP na Câmara Legislativa do DF, mas enfrenta questionamento de setores técnicos que apontam para a necessidade de readequação das vagas existentes antes da expansão, além de críticas que vinculam o timing à agenda eleitoral da candidata. A governadora também anunciou investimentos em infraestrutura urbana, incluindo a construção de uma nova linha do metrô para o Gama e Recanto das Emas, reforçando seu compromisso com o desenvolvimento regional.
A expectativa é que o estudo técnico sobre a ampliação da faixa etária seja concluído até outubro, com possibilidade de edição de portaria no início de 2025, dependendo dos resultados da análise de viabilidade econômica e social.



