A pesquisa da Quaest, encomendada pela TV e registrada no TSE sob os números DF-08737/2026 e BR-06799/2026, revelou que 62% dos eleitores do Distrito Federal identificam a saúde como o principal problema, dado obtido com margem de erro de 3 pontos percentuais e nível de confiança de 95% na amostra de 1.104 eleitores entre 8 e 11 de outubro, enquanto a preocupação com a violência subiu para 12%, representando crescimento de cinco pontos percentuais em menos de duas semanas.
Diagnóstico da Realidade Eleitoral e Tendências de Prioridades Públicas
O levantamento da Quaest, realizado entre 8 e 11 de outubro com amostra estatisticamente representativa da população adulta do Distrito Federal, manteve a liderança da saúde como prioridade pública, com 62% dos entrevistados apontando-a como o tema mais relevante, cifra que se consolida em relação aos 60% registrados em 23 de setembro e confirma a tendência iniciada em agosto.
O crescimento acelerado da percepção sobre a violência — que subiu de 7% para 12% entre 29 de setembro e 12 de outubro — contrasta com a estabilidade da corrupção, mantida em 10%, indicando uma volatilidade emergente nas demandas sociais que exige monitoramento contínuo das instituições responsáveis.
62% dos eleitores do Distrito Federal consideram a saúde o principal problema, segundo pesquisa Quaest com margem de erro de três pontos percentuais.
Repercussão Institucional e Desafios na Gestão Pública
O TRE-DF negou o pedido para multar Michelle Bolsonaro por despejo de santinhos, decisão que reforça limites legais sobre propaganda eleitoral em espaços públicos, enquanto o governo do Distrito Federal comunicou ao ministro Dino sua preparação para implementar mecanismos mais rigorosos de rastreamento e transparência nos gastos com emendas parlamentares.
A combinação de pressões sociais por saúde e segurança, aliada a tensões políticas relacionadas à atuação do TRE e às mudanças propostas na gestão fiscal, cria um cenário complexo que exige articulação entre poderes Executivo, Legislativo e Judiciário para evitar agravamento de conflitos institucionais.



