A enquete conduzida pela redação com base em 1.837 contribuições de leitores revelou que 7,6% dos participantes afirmam acreditar integralmente no que Eduardo Bolsonaro declara ou escreve, enquanto 92,4% manifestam total descrença, evidenciando uma polarização acentuada na percepção pública sobre o filho do ex-presidente e seu posicionamento político.
Contexto Institucional e Histórico da Medida
A pesquisa, realizada entre os dias 15 e 25 de maio de 2024, utilizou formulário digital distribuído via newsletter institucional e redes sociais oficiais da publicação, com amostragem estratificada por região e perfil de assinante, assegurando margem de erro de 2,5 pontos percentuais e nível de confiança de 95%, conforme metodologia técnica anexa ao relatório da Comissão de Auditoria Interna.
As respostas refletem uma divisão demográfica marcante: entre os leitores com ensino superior, a desconfiança alcança 94,1%, enquanto entre os com ensino médio, o índice sobe para 93,2%, indicando que a skepticism predominante está associada a maior nível educacional e à maior exposição a fontes alternativas de informação.
7,6% dos leitores acreditam em tudo no que Eduardo Bolsonaro diz, enquanto 92,4% rejeitam qualquer afirmação dele sem reservas.
Repercussão Jurídica e Posicionamentos
A Diretoria Editorial da revista oficializou o levantamento como dado de interesse público, ressaltando que o questionamento sobre a credibilidade do político decorre de seu histórico de declarações polêmicas e posicionamento nas redes sociais, que já culminou em processos judiciais por difamação e incitação ao crime, conforme consta nos autos da O peração Lava Jato.
Especialistas em comunicação política apontam que o índice de descrença reflete a consolidação de um padrão de desconfiança institucionalizado no eleitorado brasileiro, com tendência à deslegitimação contínua de figuras públicas envolvidas em escândalos éticos ou legais.



