Após a derrota por 2 a 1 do Remo contra o Bahia em Salvador, na última segunda-feira (14), o desligamento do técnico Léo Condé foi anunciado em comum acordo durante a viagem de volta a Belém, com o comunicado oficializado na madrugada da terça-feira (15), consolidando um cenário de instabilidade técnica que atinge 17 profissionais demitidos no campeonato da Série A até o momento.
Contexto e Antecedentes da Demissão
A demissão de Léo Condé, que assumiu o comando técnico do Remo em março de 2026 em substituição a Juan Carlos O sório, ocorre após 23 partidas na Série A, nas quais o clube registrou apenas cinco vitórias e 13 derrotas, enquanto sua passagem total pelo Leão Azul — somando Copa Norte, Copa do Brasil e Série A — resultou em oito triunfos, sete empates e 15 reveses em 30 jogos.
A decisão foi tomada em comum acordo durante a devida viagem de retorno a Belém após a partida contra o Bahia, com o anúncio feito na madrugada da terça-feira (15), e se insere num quadro mais amplo de instabilidade técnica que já atingiu 16 outros treinadores da primeira divisão, evidenciando uma crise estrutural no campeonato.
Léo Condé deixa o Remo com apenas oito vitórias em 30 partidas à frente do Leão Azul, sendo o treinador com maior índice de rejeição da torcida entre os técnicos demitidos nesta Série A.
Repercussões e Desdobramentos Técnicos
A demissão foi confirmada pela diretoria do Remo, que destacou a necessidade de reestruturação técnica para evitar o descenso, já que a equipe ocupa a 19ª posição com quatro derrotas consecutivas e cinco pontos a separar do grupo de descenso, composto por Internacional e Vasco da Gama.
Fontes próximas à comissão técnica indicam que o clube deve priorizar a contratação de um treinador com experiência em reviravoltas competitivas ou adoção de um perfil interino voltado à estabilidade imediata, enquanto a diretoria analisa alternativas para reforço estratégico no elenco.



