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GDF institui refúgio de 743 hectares no Paranoá para preservar biodiversidade

PorFelipe MachadoVerificadoOrtografia IAPublicado Hoje às 15:10
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GDF institui refúgio de 743 hectares no Paranoá para preservar biodiversidade
Fatos Rápidos da Notícia
  • O Governo do Distrito Federal criou a unidade de conservação Refúgio de Vida Silvestre dos córregos Cachoeirinha e Coqueirão, com 743 hectares de área e perímetro de 28 quilômetros, conforme publicado no DODF em 24/8.
  • O território da unidade será dividido em dois módulos, totalizando 121,2 hectares no primeiro e 621,7 hectares no segundo, além de uma Zona de Amortecimento de 513,8 hectares.
  • O decreto prevê a criação do Plano de Manejo em até cinco anos, com participação da comunidade e estabelece um Conselho Gestor Consultivo presidido pelo Ibram.
Resumo Editorial

A unidade de 743 hectares, com dois módulos e zona de amortecimento, será gerida pelo Ibram para proteger a biodiversidade do entorno do Lago Paranoá.

O Governo do Distrito Federal instituiu oficialmente, por meio de decreto publicado no Diário O ficial do Distrito Federal em 24 de agosto, a unidade de conservação Refúgio de Vida Silvestre dos córregos Cachoeirinha e Coqueirão, abrangendo 743 hectares de domínio público e possuindo perímetro aproximado de 28 quilômetros, com o propósito dichiarado de resguardar ecossistemas que garantam a sobrevivência e reprodução de espécies nativas da flora e da fauna, incluindo elementos residentes e migratórios. O documento prevê a divisão territorial em dois módulos — 121,2 hectares no primeiro e 621,7 hectares no segundo — além de uma Zona de Amortecimento de 513,8 hectares, sob supervisão do Instituto Brasília Ambiental (Ibram), que presidirá o Conselho Gestor Consultivo composto por representantes públicos, sociedade civil e proprietários rurais. A criação da unidade exige a elaboração do Plano de Manejo em prazo máximo de cinco anos, com participação efetiva das comunidades locais.

Contexto Institucional e Detalhamento Territorial da Unidade

Ponto de Destaque

A unidade protegerá 743 hectares de área crítica para a biodiversidade do entorno do Lago Paranoá.

Repercussão Técnica e Desafios na Implantação da Unidade

Atenção / Ponto Crítico
O Plano de Manejo deverá ser elaborado em até cinco anos; seu descumprimento sujeita multas administrativas e interdição parcial da atividade econômica dentro da unidade.

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