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Política

Oswaldo Eustáquio planeja retorno ao Brasil após revogação do mandado de prisão por decisão de Moraes

PorPablo GiovanniVerificadoOrtografia IAPublicado Ontem às 23:06
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Oswaldo Eustáquio planeja retorno ao Brasil após revogação do mandado de prisão por decisão de Moraes
Fatos Rápidos da Notícia
  • O ministro Alexandre de Moraes do Supremo Tribunal Federal (STF) arquivou a investigação contra o jornalista Oswaldo Eustáquio por suspeitas de obstrução de investigações e incitação, com base em pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR), em decisão proferida em 4 de setembro.
  • Oswaldo Eustáquio afirmou que pretende retornar ao Brasil após o arquivamento da investigação, que resultou na revogação do mandado de prisão expedido contra ele, mas somente se Flávio Bolsonaro for eleito presidente no segundo turno das eleições.
  • O arquivamento da investigação também beneficiou o senador Marcos do Val (Avante-ES), Allan dos Santos e Ednardo D’Ávila Mello Raposo, que estavam sob investigação da Polícia Federal desde agosto de 2025 por suposta campanha de intimidação virtual contra agentes da PF e do STF.
Resumo Editorial

O swaldo Eustáquio evita prisão no Brasil graças ao arquivamento da investigação por falta de provas concretas, segundo laudo da PGR.

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), arquivou, em 4 de setembro, a investigação contra o jornalista O swaldo Eustáquio por suspeitas de obstrução de investigações e incitação, decisão tomada com base no pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR), que considerou insuficientes as evidências reunidas pela Polícia Federal para responsabilizar o investigado pelos crimes apurados.

Contexto Jurídico e Apuração da Investigação

A decisão sigilosa proferida pelo ministro Alexandre de Moraes acolheu formalmente o pedido de arquivamento apresentado pela Procuradoria-Geral da República, que concluiu não existir base probatória suficiente para comprovar a prática dos crimes de obstrução de investigações e incitação, apesar da existência de indícios de atos condutos nas redes sociais e comunicações privadas.

O inquérito policial, instaurado pela Polícia Federal em agosto de 2025, apurou uma suposta campanha coordenada por Allan dos Santos, Ednardo D'Ávila Mello Raposo e O swaldo Eustáquio — este último foragido na Espanha desde 2023 — com a finalidade de atacar a imagem e a credibilidade de autoridades do STF e agentes da PF envolvidos em investigações judiciais.

A PGR destacou, em manifestação técnica ao STF, que não foram identificados elementos concretos que comprovassem a intenção criminosa ou a efetiva execução das condutas descritas no boletim de ocorrência, o que ensejou o entendimento de que o Ministério Público não poderia sustentar a ação penal.

Ponto de Destaque

A decisão do STF beneficia quatro investigados que estavam sob acusação por campanha virtual de intimidação contra autoridades da Polícia Federal e do Supremo Tribunal Federal.

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