Em flagrante, a Polícia Civil do Mato Grosso prendeu, no dia 31 de agosto, um pastor de 60 anos suspeito de estuprar a própria neta, de 8 anos, após a mãe da criança acionar as autoridades e relatar que a menor apresentava lesões físicas e relatos de violência prévia.
Contexto e Apuração da Investigação
A denúncia foi formalizada após a responsável pela menor deixar a filha na casa do avô no domingo (30/8), conforme relatado pela mãe, que procurou a delegacia de Cuiabá no dia seguinte ao constatar que a criança apresentava dificuldade para caminhar e dor ao urinar.
As investigações da PCMT confirmaram que o suspeito, identificado como pastor, teria abusado da criança em pelo menos duas ocasiões anteriores, conforme o relato da vítima à equipe técnica de atendimento à vítima de violência doméstica sexual.
O caso foi encaminhado à Justiça com pedido de prisão preventiva e medidas protetivas baseadas na Lei Henry Borel, que assegura proteção integral a menores em situação de risco.
O suspeito, pastor de 60 anos, foi autuado por estupro de vulnerável e permanece sob custódia preventiva enquanto aguarda decisão judicial.
Repercussão Jurídica e Medidas Protetivas
A Polícia Civil representou ao Judiciário pela conversão da prisão em flagrante em preventiva e requereu, com base na Lei Henry Borel, a concessão de medida protetiva à menor, garantindo sua segurança e afastamento do ambiente familiar.
O Ministério Público e órgãos de direitos humanos devem acompanhar o caso para assegurar o cumprimento das garantias constitucionais do direito à proteção integral da criança.



