Durante atividade de campanha no Instituto Federal de Brasília (IFB), na Asa Norte, o candidato do PSTU ao Governo do Distrito Federal, Professor Robson, delineou proposta de combate à violência de gênero que prevê a criação de comitês de autodefesa de mulheres em bairros, locais de trabalho e instituições de ensino, com treinamentos e equipamentos para resposta rápida a agressões, além da descentralização de casas-abrigo e investimento em atendimento psicológico, jurídico e social às vítimas, com foco na independência econômica por meio de capacitação e garantia habitacional.
Contexto Institucional e Estrutura Proposta do PSTU
A proposta foi apresentada em encontro com estudantes, professores e servidores do IFB, onde Professor Robson detalhou a organização da "autodefesa das mulheres" como pilar central para ampliar a proteção contra violência doméstica e de gênero no Distrito Federal, com a formação de comitês treinados e equipados para intervenção imediata em casos de agressão.
A iniciativa contempla ainda a criação e o reaparelhamento de casas-abrigo descentralizadas em todas as Regiões Administrativas do DF, com recursos públicos direcionados ao fortalecimento do atendimento psicológico, jurídico e social às vítimas, bem como programas públicos de capacitação para independência econômica e garantias habitacionais para mulheres em situação de vulnerabilidade.
A proposta prevê a descentralização de casas-abrigo em todas as Regiões Administrativas do DF com recursos públicos para ampliar o atendimento integral às vítimas de violência.
Repercussão O ficial e Cenários Estratégicos
O Ministério Público do Distrito Federal e a Secretaria de Segurança Pública ainda não se manifestaram oficialmente sobre a viabilidade técnica e orçamentária da proposta, embora fontes do Executivo tenham reconhecido a necessidade de ampliar estruturas de proteção às mulheres sem comprometer a gestão pública.
Especialistas em direitos humanos apontam que a implementação efetiva dependerá da coordenação entre os poderes Legislativo, Executivo e Judiciário, além da fiscalização social para garantir transparência na alocação dos recursos públicos previstos.



