A pesquisa Meio/Ideia, registrada no TSE sob o código BR-08706/2026 e realizada entre 25 e 28 de setembro com amostra de 2.000 eleitores, revelou empate técnico técnico entre Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT) tanto no primeiro turno quanto em simulações do segundo turno para a Presidência da República, com os dois candidatos registrando 48% e 48,5% das intenções de voto, respectivamente, dentro da margem de erro de 2,2 pontos percentuais e nível de confiança de 95%.
Apuração Técnica e Contexto Eleitoral da Pesquisa Meio/Ideia
A pesquisa foi conduzida com rigor metodológico padrão, amostrando 2.000 eleitores em todo o Brasil entre os dias 25 e 28 de setembro, período em que o levantamento foi validado pelo Tribunal Superior Eleitoral sob o código BR-08706/2026; no primeiro turno, Lula aparece com 39,4% das intenções de voto, contra 38,4% de Flávio Bolsonaro, diferença de apenas um ponto percentual que se encontra plenamente dentro da margem de erro estatístico, caracterizando tecnicamente o empate entre os dois principais candidatos.
Antecedentes do pleito mostram que a proximidade dos resultados reflete uma polarização acirrada entre os blocos partidários tradicionais e emergentes, com Flávio Bolsonaro buscando capitalizar na continuidade da herança bolsonarista enquanto Lula busca consolidar seu retorno ao poder após anos de afastamento político, scenario que se evidencia também nas variações observadas em outros levantamentos setoriais como os da Quaest e AtlasIntel.
Flávio Bolsonaro e Lula estão tecnicamente empatados com 48% e 48,5% das intenções de voto no segundo turno simulado pela pesquisa Meio/Ideia.
Repercussão Política e Caminhos para o Segundo Turno
O resultado do levantamento gerou imediata repercussão no ambiente político: Flávio Bolsonaro reiterou sua estratégia de agressão retórica ao referir-se a Lula como 'pai do Tigrinho', enquanto a campanha lulaista destacou a estabilidade numérica como sinal de consolidação do front progressista.
Especialistas apontam que o empate técnico persiste como indicador de um eleitorado indeciso e fragmentado, o que torna o segundo turno particularmente sensível a oscilações regionais, à mobilização de bases eleitorais menores como Augosto Cury (Avante) e Ronaldo Caiado (PSD), e à definição de alianças programáticas que podem inclinar o resultado final.



