O início da primavera no Hemisfério Sul, marcado pelo equinócio que ocorrerá oficialmente às 21h05 do dia 22 de setembro de 2026, representa uma transição climática complexa e multifacetada, conforme indicam previsões técnicas do Inpe e do O bservatório Nacional, vinculados ao MCTI, que apontam para a substituição gradual do padrão seco do outono e inverno por períodos com maior volume de precipitação a partir de outubro, sem prejuízo para a ocorrência de ondas de calor intensas em intervalos definidos.
Contexto Astronômico e Meteorológico da Transição Sazonal
A apuração jornalística confirmou que o fenômeno astronômico que define o início da estação — o equinócio — ocorre quando o Sol cruza o plano celeste equatorial em movimento aparente de norte para sul, evento que, no Hemisfério Sul, sinaliza o início da primavera e do outono no hemisfério oposto, sendo preciso que a data varie entre 22 e 23 de setembro conforme a diferença entre o ano calendário e os movimentos orbitais da.
Segundo o meteorologista Fabio Pinto da Rocha, do Inpe, vinculado ao O bservatório Nacional do MCTI, a tendência é que o período seco tradicional do outono e inverno no Sudeste, Centro-O este e Centro-Norte perca força com o avanço da primavera, trazendo aumentos significativos de precipitação na forma de pancadas localizadas entre outubro e dezembro, eventos que podem incluir descargas elétricas, rajadas de vento e queda de granizo, aumentando os riscos operacionais em áreas vulneráveis.
O equinócio que inicia a primavera em 2026 acontece exatamente às 21h05 do dia 22 de setembro, com variação possível entre 22 e 23 de setembro conforme a precisão orbital.
Repercussões Hidrometeorológicas e Medidas Preventivas
As autoridades ambientais e órgãos de defesa civil já iniciam a monitoração sistemática dos padrões de chuva previstos, com ênfase na necessidade de atualização de protocolos de prevenção para áreas propensas a alagamentos e deslizamentos, especialmente em regiões onde a mudança sazonal pode intensificar eventos extremos.
Diante da previsão de ondas de calor intermitentes durante a primavera, com dias consecutivos de sol intenso e baixa umidade relativa entre 10h e 16h, especialistas recomendam atenção redobrada por parte da população vulnerável — idosos, crianças e animais —, com ênfase na hidratação constante, uso obrigatório de protetor solar e limitação da exposição solar nos horários críticos.



