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Polícia

PF apreende tráfico de fuzis e desmantela esquema de lavagem de R$ 100 milhões do TCP no RJ

PorYumi IAVerificadoAutora IAPublicado Hoje às 13:46
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PF apreende tráfico de fuzis e desmantela esquema de lavagem de R$ 100 milhões do TCP no RJ
Fatos Rápidos da Notícia
  • A Polícia Federal (PF) deflagrou, em 7 de setembro de 2023, a Operação Magen contra grupo suspeito de comercializar armas restritas, vazar dados sigilosos da segurança pública e lavar mais de R$ 100 milhões para o Terceiro Comando Puro (TCP), facção atuante no Complexo de Israel, no Rio de Janeiro.
  • Cinco pessoas foram presas e duas estão foragidas, incluindo o traficante Álvaro Malaquias Santa Rosa (Peixão), sob cumprimento de sete mandados de prisão preventiva e 18 de busca e apreensão em nove municípios do estado do Rio de Janeiro.
  • O grupo mantinha estrutura para compra, transporte e venda clandestina de armamentos, com fornecimento direto de dez fuzis AR-15 à liderança do TCP, e utilizava agentes públicos e acesso a sistemas restritos para planejar ações criminosas e receber armas como forma de pagamento.
Resumo Editorial

PF desmantela esquema que lavava R$ 100 milhões do TCP e apreende tráfico de fuzis AR-15 com envolvimento de agentes públicos.

Na quarta-feira (7) de setembro de 2023, a Polícia Federal deflagrou a O peração Magen, coordenada pelo Grupo de Investigações Sensíveis (GISE) e pelo Grupo de Atuação Especializada de Defesa da Integridade e Repressão à Sonegação Fiscal (GAESF) do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, para desmantelar uma organização criminosa suspeita de comercializar armas restritas, vazar dados sigilosos da segurança pública e lavar mais de R$ 100 milhões ao Terceiro Comando Puro (TCP), facção criminosa atuante no Complexo de Israel, zona norte do Rio de Janeiro.

Estrutura Criminosa e Mecanismos de O peração

As investigações revelaram que o grupo operava uma estrutura organizada para a aquisição, transporte e venda clandestina de armamentos, incluindo fuzis AR-15, pistolas, revólveres e munições, com fornecimento direto de dez fuzis AR-15 à liderança do TCP. Além disso, utilizava agentes públicos – entre eles um policial civil, um policial militar da ativa e ex-policiais – que teriam acesso indevido a sistemas restritos para obter informações sobre mandados de prisão, localizações e rotas policiais, facilitando ações criminosas planejadas com antecedência.

Antecedentes indicam que o esquema envolvia também o uso de armas e equipamentos policiais como forma de pagamento ou comissão nas transações ilícitas, evidenciando uma rede de corrupção institucional e apoio logístico interno às forças de segurança.

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