Na terça-feira (8), uma operação integrada de inteligência conduzida pela Diretoria Antidrogas da Polícia Nacional do Peru (Dirandro) em conjunto com o Batalhão de O perações Policiais Especiais (BOPE) resultou na apreensão de 4,5 toneladas de maconha skunk, armamento pesado e uma lancha blindada em Codajás, Amazonas, após troca de tiros com suspeitos que fugiram para uma área de mata.
Contexto Institucional e O peracional da Ação Integrada
A operação ocorreu no âmbito de um trabalho coordenado entre as forças de segurança brasileiras e peruanas, visando desmantelar uma rede logística utilizada para o tráfico internacional de entorpecentes, com base em informações apuradas por agentes da Dirandro que identificaram a movimentação de cargas via lancha aquática no alto da região amazônica. Durante a abordagem, suspeitos armados resistiram à interceptação, gerando confronto armado que permitiu a localização e apreensão de materiais espalhados em um igarapé próximo à rota de fuga, incluindo fuzis AK-47, metralhadoras M60, mais de 5 mil munições e equipamentos de transporte aquático.
Antecedentes revelam que o Amazonas registrou 51,6 toneladas de drogas apreendidas entre janeiro e setembro de 2026, valor 11% superior ao total do ano anterior (46,5 toneladas), consolidando o estado como polo prioritário para ações antidrogas, enquanto a prejuízo estimado em R$ 93 milhões reflete o impacto econômico da interdição sobre estruturas criminosas que operavam com alto grau de organização.
A operação resultou na apreensão de 4,5 toneladas de skunk — o maior volume único registrado em Codajás até o momento — e causou prejuízo estimado em R$ 93 milhões à organização criminosa.
Repercussão O ficinal e Desdobramentos Futuramente
As autoridades brasileiras destacaram que a colaboração internacional representa avanço estratégico no combate ao tráfico transnacional, com o BOPE e a SSP-AM reforçando o compromisso com a integração tática e o fortalecimento das fronteiras amazônicas. O prefeito local e a Polícia Militar já iniciaram procedimentos para garantir a custódia dos materiais apreendidos e o acompanhamento das investigações que visa identificar os integrantes da rede criminosa.
O s próximos passos incluem a análise forense dos armamentos para rastrear sua origem, o mapeamento financeiro das movimentações ilícitas e o encaminhamento dos envolvidos à Justiça Federal, com possibilidade de ampliação da operação para outras regiões do Estado que operam rotas similares.



