Em 13 de maio de 2024, a FIFA impôs ao Santos Futebol Clube o sétimo transfer ban consecutivo, consolidando uma crise financeira que impede a inscrição de novos jogadores e evidencia a fragilidade na gestão de dívidas com clubes formadores e mecanismos de solidariedade.
Contexto Institucional e Histórico da Sanção
A decisão da entidade internacional, registrada oficialmente no dia 13, decorre de pendências relacionadas a valores devidos a instituições formadoras de jogadores e ao repasse de recursos previstos no mecanismo de solidariedade da FIFA, conforme comprovado por relatório técnico emitido pelo departamento de compliance da entidade.
O s antecedentes revelam que o clube já enfrentava restrições por débitos com comissão técnica do técnico português Pedro Caixinha, somando quatro sanções aplicadas na semana anterior, além de três punições recentes vinculadas a dívidas com clubes formadores e ao mecanismo de solidariedade, totalizando sete transfer bans ativos.
Santos acumula sete transfer bans ativos da FIFA em 2024, com risco iminente de oitavo caso a dívida com o Al-Markhiya do Catar seja confirmada.
Repercussão Jurídica e Posicionamentos
A diretoria do Santos optou por permanecer em silêncio oficial em pronunciamento público, enquanto o departamento jurídico acionou a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) para analisar vias de recurso perante a FIFA, sob a égide do artigo 45 do Regulamento Disciplinar da entidade.
Especialistas em direito esportivo apontam que a manutenção das sanções poderá gerar colapso financeiro ao bloquear contratações estratégicas para 2026, período decisivo para a renovação do elenco e estabilidade institucional.



