O candidato a deputado federal pelo Distrito Federal Alberto Fraga (PL) acusou seu colega de partido, Izalci Lucas (PL), de ter retirado banners de sua campanha das vias públicas, fato evidenciado por gravações realizadas por sua equipe que registraram indivíduos removendo os materiais eleitorais dos locais previstos no cronograma da disputa.
Apuração e Dinâmica das Acusações no Cenário Eleitoral
A investigação jornalística constatou que os banners em questão estavam instalados em pontos estratégicos da capital, em conformidade com as normas estabelecidas pela Justiça Eleitoral, e que os supostos responsáveis pelos remoções teriam agido de forma coordenada, conforme os vídeos disponibilizados pela própria campanha de Fraga, gerando estranheza diante da parceria partidária entre os dois candidatos.
Contexto adicional revela que, apesar da divergência política emergente entre Fraga e Lucas — ambos concorrentes à Câmara dos Deputados pelo DF pela sigla PL —, o episódio ocorre em um cenário de intensificação das disputas internas nas legendas, onde a gestão de recursos logísticos e a organização das ações de campanha têm se tornado fatores críticos para a credibilidade eleitoral.
Mais de 20 banners da campanha de Alberto Fraga foram removidos das principais avenidas do Distrito Federal, segundo laudo técnico da equipe de produção.
Repercussão Política e Estratégias de Comunicação nos Bastidores
A diretoria do Partido Liberal (PL) ainda não se manifestou oficialmente sobre o episódio, mantendo silêncio que tem sido interpretado como tentativa de evitar rupturas internas em ano eleitoral marcado por disputas acirradas por vagas na Câmara dos Deputados.
Especialistas em comunicação política apontam que a ausência de resposta imediata pode legitimar a percepção de sabotagem, ao passo em que a estratégia de Fraga busca reforçar sua imagem como vítima de condutas anti-republicanas dentro do próprio bloco.



