Na noite de 1º de outubro, uma residência localizada no Assentamento Santarém, no Trecho 3 do Sol Nascente, foi palco de incêndio que destruiu parte dos móveis domésticos e deixou uma mulher de 52 anos em situação de vulnerabilidade após identificar seu ex-companheiro, de 36 anos, como provável autor do crime, conforme apurado pela Polícia Civil do Distrito Federal.
Contexto Imediato e Desenvolvimento da Apuração
A vítima relatou que, ao retornar de um culto religioso na região central de Brasília, constatou a casa em chamas por volta das 20h30, acionando imediatamente o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), que chegou ao local em menos de 15 minutos para conter as chamas e evitar maior prejuízo material; perícia técnica realizada no local confirmou que o fogo teve início na área externa da residência, com evidências de possível aplicação intencional de combustível ou material inflamável.
A investigação preliminar revelou que o suspeito, identificado como ex-companheiro da proprietária após o término conturbado do relacionamento, teria agido por vingança, tendo a vítima declarado à autoridade policial que já havia registrado ocorrências anteriores contra o homem e que ele respondia a uma medida protetiva de urgência em seu desfavor, reforçando o padrão de ameaças recorrentes no âmbito doméstico.
O incêndio danificou cinco móveis essenciais à moradia: máquina de lavar roupas, sofá, cama, mesa e escrivaninha.
Implicações Legais e Desdobramentos da Investigação
A 19ª Delegacia de Polícia instaurou inquérito formal para apurar os elementos materiais e testemunhais que possam comprovar a autoria do ex-companheiro, com base no depoimento da vítima e nos registros de ocorrências prévias que apontam para histórico de violência doméstica no casal.
As autoridades destacam que, se confirmada a autoria intencional, o suspeito pode responder por crime de lesão corporal grave, destruição de patrimônio alheio e até tentativa de homicídio doloso, dependendo das evidências periciais sobre a intenção de [Enquanto o caso segue sob investigação sigilosa, a vítima permanece sob proteção da medida protetiva expedida pelo Poder Judiciário, com reforço policial nas proximidades do domicílio para garantir sua segurança imediata.



