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Polícia

PF desmonta esquema que lavava R$ 5,2 milhões em ouro ilegal

PorGiovanna SfalsinVerificadoOrtografia IAPublicado Hoje às 13:49
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PF desmonta esquema que lavava R$ 5,2 milhões em ouro ilegal
Fatos Rápidos da Notícia
  • A Polícia Federal deflagrou na sexta-feira (28/8) a Operação Arcanjo para desarticular uma organização criminosa que adquiria e comercializava ouro de origem ilícita, com atuação em Poconé (MT) e São José do Rio Preto (SP).
  • Foram cumpridos 22 mandados de busca e apreensão e dois mandados de prisão preventiva, resultando na prisão de um suspeito envolvido com o grupo criminoso.
  • O grupo movimentou mais de R$ 5,2 milhões em recursos e negociou aproximadamente 17,3 quilos de ouro, respondendo pelos crimes de usurpação de matéria-prima da União, lavagem de dinheiro e associação criminosa.
Resumo Editorial

A O peração Arcanjo desmantelou esquema que lavava R$ 5,2 milhões em ouro ilegal, apreendendo 17,3 quilos e prendendo um dos envolvidos.

Na manhã da última sexta-feira (28/8), a Polícia Federal deflagrou a O peração Arcanjo, com o objetivo de desmantelar uma organização criminosa que operava na aquisição, circulação e comercialização de ouro de origem ilícita, movimentando mais de R$ 5,2 milhões e negociando cerca de 17,3 quilos do metal em regiões estratégicas do Centro-O este e do Noroeste do Brasil.

Apuração e Desdobramentos da O peração Arcanjo

A investigação, coordenada pela PF em parceria com o Ministério Público Federal, identificou uma estrutura organizacional composta por fornecedores ilegais em Poconé (MT), operadores financeiros que utilizavam contas bancárias de terceiros, intermediários logísticos e compradores finais em São José do Rio Preto (SP), onde o ouro era mantido sob custódia antes da comercialização.

As diligências, cumpridas em Cuiabá, Várzea Grande, Poconé, Pontes e Lacerda, Campo Grande e outras cidades-chave, resultaram na prisão preventiva de um dos envolvidos e na apreensão de documentos e equipamentos que comprovam a sistematicidade do esquema de usurpação de matéria-prima da União.

Ponto de Destaque

O grupo movimentou mais de R$ 5,2 milhões e negociou aproximadamente 17,3 quilos de ouro oriundo de garimpos ilegais.

Repercussão Institucional e Consequências Jurídicas

A atuação da Polícia Federal contou com o apoio técnico do Ministério Público Federal e do Banco Central, que monitorou as movimentações suspeitas por meio de análises de fluxo financeiro e rastreamento de bens adquiridos com recursos ilícitos.

O suspeito preso responderá pelos crimes previstos nos artigos 63 do Código Penal (usurpação de matéria-prima da União), 153 (lavagem de dinheiro) e 288 (associação criminosa), com penas que podem somar mais de 30 anos de reclusão.

Atenção / Ponto Crítico
O s investigados respondem a processos criminais com possibilidade de prisão preventiva prolongada e confisco de bens vinculados à estrutura criminosa.

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