Na contagem regressiva para o debate presidencial transmitido pela TV nesta sexta‑feira (1º/10), a definição das regras de participação, formalizada em ata assinada pelos comitês de campanha de Lula (PT), Flávio Bolsonaro (PL), Ronaldo Caiado (PSD) e Augusto Cury (Avante), gera tensão entre os postulantes e a emissora, sobretudo quanto à eventual inclusão do candidato Renan Santos, cujas intenções de voto, registradas na pesquisa Quaest de 28/09/2026, apontam 3 % de intenção, muito abaixo dos 39 % de Lula e 34 % de Flávio Bolsonaro no primeiro turno.
Contexto Institucional e Regulação do Debate
A ata de nove páginas, divulgada oficialmente pela Diretoria de Programação da TV, estabelece critérios claros para a ordem de fala, o tempo de intervenção e a conduta dos candidatos, bem como o poder discrecional da emissora de convidar ou não participantes adicionais, desde que fundamentados em critérios de prestigiamento nas pesquisas de intenção de voto da Quaest, datadas de 28/09/2026.
Antecedentes indicam que a decisão de incluir Renan Santos depende exclusivamente da avaliação da emissora sobre sua posição nas pesquisas estimuladas; enquanto Lula, com 39 % de intenção, optou por não participar, e a campanha do petista ainda busca convencê‑lo a comparecer ao confronto.
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