A pesquisa do Instituto Paraná Pesquisas, contratada pela Sedek Servicos, Tecnologia & Informação e registrada no TSE sob o protocolo MT-02157/2026, revelou que a gestão do governador de Mato Grosso, O taviano Pivetta (Republicanos), é aprovada por 69,5% do eleitorado do estado, com 12,4% considerando-a ótima e 36,8% avaliando-a como boa, enquanto 32,2% a classificam como regular e apenas 7,3% a consideram ruim ou péssimo; o levantamento foi realizado entre 21 e 23 de agosto com 1.504 entrevistas presenciais, apresentando margem de erro de 2,6 pontos percentuais e intervalo de confiança de 95%.
Contexto Institucional e Metodológico da Pesquisa Eleitoral
A pesquisa, contratada pela Sedek Servicos e registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo MT-02157/2026, demonstra robustez metodológica ao empregar amostragem representativa de 1.504 eleitores mato-grossenses entrevistados presencialmente entre os dias 21 e 23 de agosto, período que antecede o calendário oficial das eleições de 2026 e permite monitorar a evolução das intenções de voto em cenário pré-campanha.
Antecedentes políticos relevantes incluem a reeleição de O taviano Pivetta ao Palácio Paiaguás em 2022 com 55% dos votos válidos, consolidando sua trajetória como figura central da política mato-grossense nos últimos dois mandatos estaduais e preparando seu posicionamento estratégico para o pleito nacional de outubro de 2026.
A gestão do governador O taviano Pivetta é aprovada por 69,5% do eleitorado mato-grossense, segundo pesquisa do Instituto Paraná Pesquisas divulgada em agosto de 2023.
Repercussão Política e Desafios da Reeleição em 2026
A proximidade dos números entre Pivetta (39%) e Wellington Fagundes (35%) no primeiro turno das eleições indica um embate competitivo dentro da margem de erro estatística (2,6 pontos percentuais), reforçando a necessidade de estratégias qualitativas por parte dos candidatos para consolidar apoio em eleitorados decisivos.
O governador tem intensificado agenda política com foco em projetos econômicos e segurança pública, enquanto Fagundes articula alianças com setores agropecuários e evangélicos para ampliar sua base eleitoral além do núcleo tradicional.



