O coordenador da campanha de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), senador Camilo Santana (PT-CE), rebateu duramente a proposta divulgada pela equipe econômica do presidenciável Flávio Bolsonaro (PL) de instituir uma regra de transição do Bolsa Família com prazo de dois anos para que os beneficiários conquistem emprego formal ou abram empresa, sob pena de retorno ao programa.
Contexto Institucional e Estratégico da Proposta de Transição do Bolsa Família
A regra prevê dois anos para transição do Bolsa Família ao mercado formal ou abertura de empresa antes da suspensão dos benefícios.



