A partir de medida provisória promulgada em 25 de setembro pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, anunciou que plataformas de apostas on-line que permanecerem ativas a partir de 6 de outubro serão consideradas ilegais, com bloqueio imediato de 85 sites e 180 marcas até 5 de outubro, após interceptação de recursos superiores a R$ 1,7 bilhão destinados à devolução aos apostadores.
Contexto Institucional e O peracional da Medida Provisória
O governo federal, por meio de um grupo interministerial composto por servidores das áreas da Fazenda, da Justiça, da Receita Federal, da Polícia Federal e da Anatel, utiliza inteligência artificial avançada para mapear e bloquear plataformas digitais envolvidas em atividades de apostas irregulares, tendo já eliminado mais de 60 mil páginas desde o início da operação em 2024, conforme relatório técnico divulgado oficialmente.
A iniciativa integra-se ao plano nacional de combate ao crime organizado, com foco na rastreabilidade de fluxos financeiros suspeitos, e prevê a devolução dos valores confiscados diretamente aos usuários das plataformas encerradas, totalizando R$ 1,7 bilhão em restituição efetiva aos apostadores após o desligamento definitivo dos serviços.
Mais de R$ 1,7 bilhão em recursos de apostas ilegais serão devolvidos aos usuários após bloqueio total de 85 sites e 180 marcas até 5 de outubro.
Repercussão Legal e Estratégias Futuras
O ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva, destacou que o mesmo consórcio interministerial será ampliado para garantir a fiscalização pós-prazo estabelecido na medida provisória, reforçando a capacidade operacional com base em experiência prévia na condução de operações policiais estratégicas com resultados comprovados.
A expectativa é que a desativação das plataformas contribua para a desarticulação financeira do crime organizado, com destinação dos recursos recuperados a políticas públicas de segurança e prevenção social, enquanto clubes esportivos e entidades como a CBF aguardam reunião com ministros para discutir impactos setoriais.



