Na manhã de segunda-feira (31), agentes da Polícia Federal interceptaram uma bagagem despachada no Aeroporto Eduardo Gomes, em Manaus, revelando a tentativa de uma passageira de embarcar com aproximadamente 12 quilos de maconha do tipo skunk em voo direto para Belém, configurando flagrante delito de tráfico de drogas.
Apuração e Contexto da Interceptação
A operação faz parte de um reforço nas fiscalizações de segurança aeroportuária no Amazonas, coordenado pela Superintendência Regional da Polícia Federal, com apoio técnico do Ministério da Justiça e Segurança Pública, e se insere em um cenário de crescente fluxo de drogas ilícitas na região norte do Brasil.
A suspeita, cuja identidade permanece sigilosa para preservação da investigação, foi encaminhada ao centro de comando da PF no Amazonas, onde assinou termo de apreensão e foi formalmente autuada em flagrante por crime previsto no artigo 34 do Lei nº 11.343/2006, com pena prevista entre 5 e 20 anos de reclusão.
A apreensão de 12 quilos de maconha skunk representou o maior volume interceptado no Aeroporto de Manaus desde 2022.
Repercussão Legal e Desdobramentos Imediatos
A Advocacia-Geral da União e a Secretaria de Segurança Pública destacaram a operação como exemplo da eficácia das ações integradas contra o tráfico, reforçando o compromisso com a segurança pública em hubs estratégicos como Manaus.
Especialistas apontam que o caso deve desencadear revisão dos protocolos de triagem na PF, com ênfase na análise de comportamentos suspeitos e na ampliação do uso de tecnologias de varredura na bagagem despachada.


