Na presente semana, quatro casos de infecção pelo vírus da febre do Nilo O cidental foram oficialmente confirmados em território brasileiro, dois na capital de São Paulo e dois no estado catarinense, incluindo o óbito de uma idosa de 77 anos em Imbituba, conforme informou a Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina e o Instituto Adolfo Lutz.
Contexto Institucional e Epidemiológica da Vigilância Sanitária
O s registros epidemiológicos, efetuados entre os dias 22 e 28 de abril, revelam que dois óbitos ocorreram em pacientes idosos residentes em áreas periféricas de municípios catarinenses, enquanto os demais casos envolveram uma mulher de 34 anos em Ribeirão Preto, que havia viajado recentemente para a região amazônica, e um jovem de 56 anos em Caçador, ambos submetidos a exames laboratoriais que confirmaram a presença do vírus.
As investigações técnicas apontam para a circulação do patógeno em zonas rurais e silvestres do interior catarinense e paulista, com provável envolvimento de vetores transmissores – os pernilongos – que adquiriram o vírus ao picar aves migrantes ou endêmicas típicas do ciclo natural da doença.
Quatro casos registrados em uma semana, incluindo óbito de idosa de 77 anos em Imbituba
Repercussão O ficial e Diretrizes de Prevenção
A Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina acionou equipes multidisciplinares para mapear fontes de contágio e implementar medidas emergenciais de controle vetorial, orientando profissionais expostos ao ar livre – como veterinários, agrônomos, zootecnistas e agricultores – a adotarem profilaxia reforçada contra picadas de insetos.
As autoridades ressaltam que, embora a maioria dos casos apresente sintomas leves como febre e dor muscular, a doença pode evoluir para manifestações neurológicas graves, como meningite ou paralisia flácida aguda, exigindo vigilância constante e atendimento imediato.



