Em 7 de setembro de 2026, o presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre, acusou o ministro Alexandre de Moraes de ser o único responsável por uma suposta demanda de R$ 130 milhões para a produção de um filme, reavivando suspeitas de vínculos irregulares entre o banqueiro doador Daniel Vorcaro e autoridades públicas.
Contexto Institucional e Investigação Preliminar
A apuração revelou que, em 2 de setembro de 2026, notícias divulgaram indícios de interações financeiras suspeitas entre Daniel Vorcaro, banqueiro e doador conhecido por apoiar campanhas políticas, e o ministro Alexandre de Moraes, culminando em alegações de repasse indevido de recursos públicos ou benefícios institucionais vinculados a contratos governamentais.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, que completou apenas parte da graduação em Ciências Econômicas no Centro de Ensino Superior do Amapá (CEAP), utilizou sua posição para demandar esclarecimentos sobre o valor de R$ 130 milhões solicitado ao Ministério da Cultura, reforçando a necessidade de transparência em operações que envolvem recursos federais e atores políticos.
R$ 130 milhões foram solicitados para um filme, segundo alegação do presidente do Senado Federal.
Repercussão Institucional e Desdobramentos Jurídicos
O Senado Federal, sob a alçada de Davi Alcolumbre, detém competência para receber ou arquivar pedidos oficiais contra ministros do Supremo Tribunal Federal, conforme previsto em seu regimento interno, gerando expectativa sobre o desfecho das investigações em curso.
A Procuradoria-Geral da República e o Ministério Público Federal ainda não emitiram posicionamento formal sobre as denúncias, enquanto juristas apontam que eventuais infrações podem configurar crime de corrupção ativa ou abuso de poder se comprovados indícios de favorecimento indevido.



