Até 1º de novembro, a Rota da Bioeconomia realiza nove experiências turísticas no Pará que convertem recursos florestais em produtos comercializáveis, aproximando visitantes de cadeias produtivas sustentáveis desde a extração do látex até a fabricação artesanal de chocolate, com apoio da Semas do Pará, da ASSOBIO, da FAS e da Vida Caboca Turismo.
Contexto Institucional e O peracional da Iniciativa
A iniciativa, estruturada pela Associação dos Negócios de Sociobioeconomia da Amazônia (ASSOBIO) com apoio técnico da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Clima e Sustentabilidade (Semas) do Pará, por meio do Programa Floresta em Pé, visa integrar cadeias produtivas baseadas na biodiversidade amazônica às rotas turísticas regionais, alinhando-se ao cronograma da COP30 e ao calendário do Círio de Nazaré 2026.
O s roteiros, que incluem atividades como degustação de bebidas autorais, visitas a fábricas de sorvetes e extração de látex para biomateriais, são coordenadas pela Fundação Amazônia Sustentável (FAS) em parceria com a Vida Caboca Turismo e contam com financiamento conjunto da Alemanha e do Brasil por meio do Banco de Desenvolvimento da Alemanha (KfW), assegurando viabilidade técnica e sustentabilidade socioambiental.
A Rota da Bioeconomia oferece nove experiências turísticas que transformam recursos da floresta amazônica em produtos da bioeconomia até 1º de novembro
Repercussão Jurídica e Estratégica
A iniciativa conta com respaldo institucional formal da Semas do Pará, que classifica o programa como estratégia complementar ao Programa Floresta em Pé para fortalecer a economia verde na região amazônica sem desmatamento.
Especialistas apontam que o modelo pode servir de referência para políticas públicas federais visando integrar turismo de baixo impacto com geração de renda para comunidades tradicionais.



