Dormir pouco ou ter sono de má qualidade está associado ao aumento do risco de doenças cardiovasculares, acidente vascular cerebral (AVC) e desenvolvimento de Alzheimer, segundo debate no programa CNN Sinais Vitais. A discussão contou com a participação do Dr. Roberto Kalil, da neurologista Cristine Cukiert e do cardiologista Ronaldo Rosa, diretor da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo.
Durante a conversa, foi ressaltado que o sono integra o 'tripé da saúde', juntamente com alimentação e exercícios físicos. Ronaldo Rosa explicou que o período de sono permite ao organismo restabelecer a normalidade fisiológica cerebral e cardio circulatória, com queda natural da frequência cardíaca e da pressão arterial nas fases profundas.
A apneia do sono foi apontada como um agravante, pois impede que o indivíduo atinja as fases restauradoras do descanso, elevando significativamente o risco cardiovascular. Cristine Cukiert alertou ainda que dormir mal é um dos maiores fatores de risco para alterações cognitivas e Alzheimer no futuro.



