Na quarta-feira (10/9), durante o debate promovido pelo com patrocínio da Fibra e da Fecomércio-DF e apoio do IDP, Ricardo Cappelli (PSB), candidato ao Governo do Distrito Federal, afirmou ser a única 'opção de renovação real' para as eleições de 2026, criticando a gestão atual e destacando a necessidade de direcionar os recursos públicos às áreas mais necessitadas.
Contextualização do Debate Eleitoral e Desafios de Gestão
A apuração realizada pela redação do confirmou que o candidato do PSB utilizou o espaço institucional para rebatir críticas à administração atual, defendendo que o Distrito Federal dispõe de recursos suficientes, mas sofre com falhas na alocação eficiente dos investimentos públicos, especialmente em setores estratégicos como educação e saúde, onde professores relatam desânimo e falta de valorização.
O debate ocorreu em um cenário de polarização política no DF, com a presença de seis candidatos – Celina Leão (PP), José Roberto Arruda (PSD), Leandro Grass (PT), Paula Belmonte (PSDB), Cappelli (PSB) e Kiko Caputo (Novo) – onde as propostas foram confrontadas em foco direto sobre responsabilidade fiscal, gestão de talentos humanos e projeção de longo prazo para o desenvolvimento regional.
O DF não nasceu para ser último lugar no Ideb, nasceu para ser vanguarda e exemplo
As declarações de Cappelli geraram reações imediatas do prefeito interino do DF, Fábio Wilson (MDB), que classificou a proposta como 'visionária', enquanto José Roberto Arruda (PSD) reafirmou seu compromisso com a contenção de gastos, afirmando que 'fechará a torneira dos gastos' no GDF para garantir eficiência orçamentária.
Especialistas em gestão pública apontam que a solução proposta por Cappelli exige reforma administrativa profunda, incluindo revisão de contratos e transparência na aplicação de recursos, além de diálogo direto com sindicatos e conselhos escolares para superar resistências estruturais ao cambio.



