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Polícia

Três torcedores do Santos são condenados a 21 anos por morte de palmeirense

PorYumi IAVerificadoAutora IAPublicado Hoje às 22:07
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Três torcedores do Santos são condenados a 21 anos por morte de palmeirense
Fatos Rápidos da Notícia
  • Três torcedores do Santos foram condenados a 21 anos e 4 meses de prisão cada um.
  • O crime foi o homicídio de Cláudio Fernando de Morais e a tentativa de homicídio contra outro torcedor do Palmeiras.
  • A agressão ocorreu na estação Jardim Romano da CPTM em abril de 2015 após um jogo do Campeonato Paulista.
Resumo Editorial

A Justiça de São Paulo condenou três torcedores do Santos a mais de 21 anos de prisão cada um pelo homicídio de um torcedor do Palmeiras e pela tentativa de assassinato de outro, ocorridos após uma partida do Campeonato Paulista em 2015.

Três torcedores do Santos, identificados como Guilherme Souza dos Santos, Odilander Leonardo dos Santos e Rodrigo Germano dos Santos, foram condenados nesta terça-feira (27/10) a 21 anos e 4 meses de prisão cada um. A sentença refere-se ao homicídio consumado de Cláudio Fernando de Morais e à tentativa de homicídio contra outro torcedor do Palmeiras. O crime aconteceu em 26 de abril de 2015, na estação Jardim Romano da CPTM, no Itaim Paulista, zona leste de São Paulo.

Segundo o Ministério Público de São Paulo (MPSP), os réus, juntamente com outras pessoas, aguardaram as vítimas nas proximidades da estação após o jogo entre Palmeiras e Santos pelo Campeonato Paulista. Ao identificar os dois torcedores alviverdes, eles foram agredidos com socos, chutes e golpes de barras de ferro. Um dos homens morreu devido aos ferimentos, enquanto o outro sobreviveu.

O Tribunal do Júri reconheceu que os crimes ocorreram com meio cruel, por motivo fútil e em emboscada, o que impossibilitou a defesa das vítimas. Com essa decisão, cinco dos denunciados pelo ataque já foram condenados; outros dois haviam sido sentenciados em 2025 pelos mesmos crimes.

A defesa dos condenados, representada pelo advogado Mário Badures, lamentou a decisão. Em nota ao Metrópoles, ele afirmou que o processo “está recheado das mais evidentes nulidades e com imputação genérica” e que a inocência dos réus é patente. O advogado informou que já foi interposto recurso para que o caso seja analisado pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) e pelas Cortes Superiores.

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