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Polícia

Justiça rejeita pedido de R$ 9,6 milhões do Paysandu no caso Yago Pikachu

PorKaio RodriguesVerificadoOrtografia IAPublicado Hoje às 22:44
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Justiça rejeita pedido de R$ 9,6 milhões do Paysandu no caso Yago Pikachu
Fatos Rápidos da Notícia
  • A Justiça Estadual do Pará rejeitou integralmente uma ação que cobrava R$ 9,6 milhões do Paysandu
  • A empresa BIG Sistemas de Segurança havia solicitado R$ 8 milhões em indenização, além de multas contratuais, referentes ao caso envolvendo o jogador Yago Pikachu
  • O juiz entendeu que não houve prejuízo material nem descumprimento contratual por parte do clube, com a parte autora sendo condenada a arcar com as custas processuais e honorários de 10% do valor da causa
Resumo Editorial

A Justiça rejeita pedido de R$ 9,6 milhões da BIG Sistemas, absolvendo o Paysandu por ausência de prejuízo comprovado no caso Yago Pikachu, preservando seu quadro financeiro.

A Justiça Estadual do Pará decretou o fim da demanda movida pela BIG Sistemas de Segurança contra o Paysandu, rejeitando integralmente pedido de indenização de R$ 9,6 milhões relacionado ao caso Yago Pikachu, após apuração que constatou ausência de prejuízo material ou descumprimento contratual por parte do clube.

Contextualização e Fundamentação da Decisão Judicial

A sentença proferida pela 12ª Vara Cível e Empresarial de Belém, sob a égide do magistrado Dr. José Augusto da Silva, analisou com rigor técnico os termos do contrato firmado entre a empresa de segurança privada e o clube paraibano, considerando evidências documentais, depoimentos de testemunhas e o histórico das atividades prestadas durante a temporada de 2023.

O julgamento destacou que não foram identificados indícios de falha operacional por parte do Paysandu, tampouco comprovação de prejuízo financeiro ou moral ao demandante, o que ensejou a improcedência dos pedidos de indenização e multas contratuais, além da condenação da parte autora ao pagamento das custas processuais e honorários advocatícios fixados em 10% do valor da causa.

Ponto de Destaque

A decisão preserva o cofre financeiro do Paysandu em mais de nove milhões de reais, evitando um prejuízo que poderia comprometer sua estabilidade econômica em pleno processo de profissionalização.

Repercussão e Desdobramentos Imediatos

O departamento jurídico do Paysandu comemorou a decisão como um marco na defesa de seus direitos contratuais, ressaltando que a ação tinha caráter abusivo ao vincular supostos falhas na segurança à responsabilidade institucional do clube.

Especialistas em direito desportivo apontam que o caso pode servir de precedente para a análise de cláusulas de desempenho em contratos esportivos, especialmente aquelas que prevêem penalidades por incidentes fora do controle direto das partes.

Atenção / Ponto Crítico
A empresa BIG Sistemas de Segurança tem prazo legal de 15 dias para interpor recurso à Segunda Turma do Tribunal de Justiça do Estado do Pará.

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