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Polícia

Líder do tribunal do crime no DF já havia desacatado a PM

PorYumi IAVerificadoAutora IAPublicado Hoje às 10:11
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Líder do tribunal do crime no DF já havia desacatado a PM
Fatos Rápidos da Notícia
  • Osnairdson da Silva Pinheiro, o Maxixe, foi preso na quarta-feira (28/10) após se apresentar à 30ª DP em São Sebastião.
  • Ele é apontado como executor do tribunal do crime do Comboio do Cão (CDC) em Capão Comprido.
  • Maxixe é suspeito de matar um jovem de 20 anos em setembro de 2026 após sessão de tortura filmada para intimidação.
Resumo Editorial

Osnairdson da Silva Pinheiro, conhecido como Maxixe, foi preso após se apresentar à polícia e é apontado como executor de sentenças de morte de um grupo criminoso em São Sebastião. Ele possui histórico de confrontos com policiais militares e responde por diversos crimes, incluindo latrocínio e tráfico de drogas.

Osnairdson da Silva Pinheiro, apelidado de Maxixe, foi detido na quarta-feira (28/10) após se apresentar à 30ª Delegacia de Polícia em São Sebastião. Ele era foragido da Justiça no âmbito da Operação Estatuto, que apura homicídios na região de Capão Comprido, e responde a processos por latrocínio, ameaça, desacato, tráfico de drogas e roubo.

Segundo as investigações, Maxixe era responsável por executar as sentenças impostas pelo tribunal do crime da organização Comboio do Cão (CDC). Ele é apontado como autor da morte de um jovem de 20 anos em 26 de setembro de 2026, acusada de furtar drogas e um celular do grupo. A vítima teria sido torturada com pauladas nas mãos, filmada para intimidação e depois morta a tiros.

O preso já possuía histórico de desacato a policiais militares. Em 2020, durante abordagem envolvendo uma bicicleta suspeita de roubo, ele xingou os agentes e afirmou conhecer quem comandava todos eles. Na ocasião, o MPDFT ofereceu denúncia com base no artigo 331 do Código Penal.

A captura de Maxixe se soma a outras prisões da Operação Estatuto, incluindo o suposto líder do grupo, preso em 15 de outubro. No total, nove pessoas foram capturadas nos últimos 14 dias. As investigações seguem para localizar o último foragido, conhecido como Parazinho.

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