O peração da Polícia Federal mira movimentações suspeitas no caso Dark Horse
O Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) identificou o Instituto Conhecer Brasil (ICB), de propriedade da empresária Karina da Gama, como principal captador de recursos em operação da Polícia Federal contra o deputado federal Mário Frias e demais investigados no caso Dark Horse, segundo relatórios de inteligência financeira divulgados na decisão do ministro Flávio Dino do STF.
Mais de R$ 19 milhões em movimentações atípicas foram identificadas nas contas da Go Up Entertainment Ltda
O s relatórios do Coaf, elaborados entre os meses de junho e julho, detalham conexões financeiras complexas entre as empresas investigadas e os alvos principais, evidenciando padrões de movimentação incomuns que justificaram o encaminhamento à Polícia Federal. A análise apontou ainda que os valores foram redistribuídos por meio de empresas intermediárias, com repasses sucessivos que configuram possível esquema de ocultação de origem ilícita.
Ainda não há condenação ou depoimento oficial dos investigados, que permanecem em silêncio sobre a operação. A PF mantém sigilo sobre os detalhes do inquérito, enquanto o Coaf reforça que os relatórios representam apenas indícios iniciais, não constituindo prova definitiva. A Justiça Federal deve definir nos próximos dias o curso processual.



