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Política

Coaf aponta ICB como maior arrecadador em operação contra Frias e Karina da Gama no caso Dark Horse

PorYumi IAVerificadoAutora IAPublicado Hoje às 20:48
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Coaf aponta ICB como maior arrecadador em operação contra Frias e Karina da Gama no caso Dark Horse
Fatos Rápidos da Notícia
  • O Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) realizou três relatórios de inteligência financeira que embasaram a operação da Polícia Federal contra o deputado federal Mário Frias, a empresária Karina da Gama e suas empresas, incluindo ICB, ANC, Go Up e outras, na investigação sobre o filme Dark Horse
  • Mais de R$ 19 milhões em movimentações atípicas foram identificadas nas contas da Go Up Entertainment Ltda, responsável pelo filme Dark Horse, conforme apuração do Coaf enviada à PF em 13 de julho
  • A operação da Polícia Federal, batizada de 'Make up', visa suspeita de lavagem de dinheiro e organização criminosa, com 29 investigados, conforme decisão do ministro Flávio Dino do STF divulgada em 10 de setembro
Resumo Editorial

Coaf destaca ICB como principal arrecadador de recursos no caso Dark Horse, com movimentações suspeitas superiores a R$ 19 milhões.

O peração da Polícia Federal mira movimentações suspeitas no caso Dark Horse

O Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) identificou o Instituto Conhecer Brasil (ICB), de propriedade da empresária Karina da Gama, como principal captador de recursos em operação da Polícia Federal contra o deputado federal Mário Frias e demais investigados no caso Dark Horse, segundo relatórios de inteligência financeira divulgados na decisão do ministro Flávio Dino do STF.

Ponto de Destaque

Mais de R$ 19 milhões em movimentações atípicas foram identificadas nas contas da Go Up Entertainment Ltda

O s relatórios do Coaf, elaborados entre os meses de junho e julho, detalham conexões financeiras complexas entre as empresas investigadas e os alvos principais, evidenciando padrões de movimentação incomuns que justificaram o encaminhamento à Polícia Federal. A análise apontou ainda que os valores foram redistribuídos por meio de empresas intermediárias, com repasses sucessivos que configuram possível esquema de ocultação de origem ilícita.

Ainda não há condenação ou depoimento oficial dos investigados, que permanecem em silêncio sobre a operação. A PF mantém sigilo sobre os detalhes do inquérito, enquanto o Coaf reforça que os relatórios representam apenas indícios iniciais, não constituindo prova definitiva. A Justiça Federal deve definir nos próximos dias o curso processual.

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