Após a tragédia ocorrida na última terça-feira (15/9), quando um helicóptero Eurocopter AS350 da NBC4 caiu em Chatsworth, região metropolitana de Los Angeles, durante cobertura de um acidente de trânsito, três pessoas perderam a vida, incluindo a repórter aérea Eliana Moreno e o piloto da aeronave.
Contexto Institucional e Histórico da Tragédia e Desdobramentos Familiares
A queda do helicóptero da NBC4, que também transportava o piloto e mais uma pessoa, ocorreu durante operação de cobertura jornalística sobre um incidente de trânsito, conforme confirmado por relatórios preliminares das autoridades de segurança aérea e do Departamento de Polícia Local. Eliana Moreno, jornalista reconhecida por suas reportagens aéreas para a NBC4, encontrava-se a bordo da aeronave NewsChopper 4 no momento do acidente, que vitimou igualmente o piloto e um passageiro adicional.
A família da repórter, residente no Brooklyn, Nova York, entrou em contato com os órgãos competentes e através de seu irmão Johan Moreno, escritor e publicante digital, manifestou-se publicamente nas redes sociais para desmentir campanhas de arrecadação de fundos criada em seu nome após o falecimento da jornalista. Segundo ele, nenhum dos parentes autorizou a abertura de páginas de doação online, reforçando que a única menção oficial às doações foi realizada por ele mesmo em publicação no X na noite de quarta-feira (16/9), um dia após o acidente.
Três pessoas morreram na queda do helicóptero Eurocopter AS350 da NBC4 em Chatsworth
Repercussão Jurídica e Posicionamentos Institucionais
As autoridades competentes, incluindo a Federal Aviation Administration (FAA) e o Conselho Nacional de Segurança em Transportes (NTSB), iniciaram imediatamente inquéritos técnicos para apurar as causas do acidente, enquanto a família de Eliana Moreno reforça que todas as iniciativas de arrecadação de recursos financeiros são falsas e não contam com qualquer respaldo familiar ou institucional.
Diante do caso, órgãos reguladores e representantes legais envolvidos destacam a urgência de coibir práticas fraudulentas que exploram eventos trágicos para fins comerciais ou solidários não autorizados.



