A 14ª rodada da pesquisa BTG/Nexus, divulgada em 14 de setembro, revela que o senador Flávio Bolsonaro (PL) registra 50% de rejeição, número tecnicamente equivalente ao petista Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com 48%, dentro da margem de erro de dois pontos percentuais, após entrevista telefônica a 2.003 eleitores entre 11 e 13 de setembro, segundo registro oficial do TSE sob BR-04076/2026.
Contexto Institucional e Metodologia da Pesquisa Eleitoral
A sondagem encomendada pelo BTG Pactual e conduzida pela Nexus – Pesquisa e Inteligência de Dados, da FSB Holding, manteve rigor metodológico com amostragem representativa nacional, entrevistando eleitores por telefone em cenário de segundo turno, onde as intenções de voto apontam para um empate técnico entre os principais candidatos, reforçado pela variação observada nas margens de confiança de 95% e pelo histórico de estabilidade do instituto no acompanhamento das eleições.
O levantamento evidencia reação do presidente Lula, que, apesar de registrar leve oscilação de um ponto percentual na rejeição, mantém-se à frente na intenção de voto no segundo turno com 47%, enquanto Flávio Bolsonaro se consolida como o mais rejeitado entre os pré-candidatos, com 50%, indicando um cenário de polarização acirrada e desafios estratégicos para a campanha do senador, que conta com apoio estrutural do Partido Liberal.
Flávio Bolsonaro é rejeitado por 50% dos eleitores, número que o coloca em situação de vulnerabilidade eleitoral crítica em cenário de segundo turno.
Repercussão Política e Desdobramentos Imediatos
A reação do governo Lula foi evidenciada por meio de posicionamentos oficiais no Palácio do Alvorada, onde aliados do presidente acionaram o TSE para monitorar possíveis irregularidades na divulgação dos dados, enquanto o próprio Lula reiterou sua trajetória de resiliência política diante de índices negativos, reforçando sua posição como figura central na disputa.
O debate sobre o financiamento de campanhas ganhou novo foco ao revelar que o PL recebeu 7,9 vezes mais recursos fora de siglas do que os partidos concorrentes, levantando questionamentos sobre a transparência do processo eleitoral e a influência de grandes doadores em cenários de alta polarização.



