A análise envolveu 2.546 homens com idades entre 42 e 60 anos, cujos dados foram coletados entre 1984 e 1989 na região de Kuopio, no leste da Finlândia. Os participantes registraram a alimentação durante quatro dias, sendo três dias úteis e um de fim de semana, além de passar por coleta de sangue para avaliação dos níveis de testosterona total e SHBG.
Os resultados indicaram que o maior consumo de proteínas animais esteve associado a uma redução média de 1,2 nanomol por litro na testosterona total em comparação ao grupo com menor ingestão. Por outro lado, o consumo elevado de proteínas vegetais esteve ligado a níveis mais altos do hormônio, com diferença média de 1,1 nanomol por litro.
Entre os alimentos específicos, proteínas de laticínios e laticínios fermentados, como iogurte e queijo, estiveram associadas a concentrações mais baixas de testosterona total. Já as proteínas provenientes de peixes e ovos não apresentaram associações estatisticamente significativas com o hormônio após os ajustes realizados pela equipe.



