No Hospital da Mulher Mariska Ribeiro, em Bangu, a família de Jéssica Gonçalves, de 28 anos, aguarda respostas sobre a qualidade do atendimento obstétrico que precedeu o óbito da paciente e da morte da filha, Jade, aos nove dias de vida, após cinco dias de internação e transferência em estado crítico ao Hospital Municipal Albert Schweitzer.
Contexto Institucional e Histórico da Investigação
Familiares denunciam atrasos e interpretações equivocadas por parte da equipe médica no Hospital da Mulher Mariska Ribeiro, onde Jéssica foi internada em 8 de setembro para parto normal e recebeu alta em 10 de setembro, pouco mais de 48 horas após o nascimento de Jade; segundo o prontuário apurado, ela apresentou hemorragia, tontura e vertigem a partir do dia seguinte ao parto, sintomas que a família relata terem sido minimizados como 'gases pós-parto', apesar da gravidade clínica observada.
Antecedentes indicam que o caso já havia gerado preocupações anteriores sobre protocolos de acompanhamento pós-parto na unidade, e a morte de Jéssica e, posteriormente, de Jade, reforça a necessidade de revisão rigorosa das práticas assistenciais, com a 34ª DP de Bangu formalizando inquérito policial para apurar eventuais falhas no monitoramento e na resposta emergencial.
Jéssica morreu no dia 13 de setembro após transferência em estado grave ao CTI do Hospital Municipal Albert Schweitzer; sua filha Jade faleceu nove dias após o nascimento.
Repercussão Jurídica e Posicionamentos O ficiais
A Secretaria Municipal de Saúde maintains that the delivery was uncomplicated and that no signs of risk were identified for either mother or newborn during the postpartum period, asserting that Jéssica was clinically stable at discharge and received appropriate follow-up care despite subsequent complaints.
A direção do Hospital da Mulher Mariska Ribeiro confirmou estar revisando minuciosamente todo o atendimento prestado à paciente, comprometendo-se a colaborar com as investigações da 34ª DP e a adotar medidas corretivas caso sejam constatadas irregularidades na condução do caso.



