O Banco Central divulgou, nesta terça-feira (13/10), que o total de recursos esquecidos nas instituições financeiras somava aproximadamente R$ 5,79 bilhões em agosto, reforçando a magnitude do fenômeno e destacando a necessidade de mobilização social para o resgate desses valores.
Contexto Institucional e Histórico da Medida
O s números apresentados pelo Banco Central refletem uma trajetória de acumulação que se arrasta desde 2025, quando foi implementada a habilitação automática para o resgate de valores em atraso, conforme informado em relatório técnico publicado pela instituição. O s dados de setembro, referentes ao mês de julho, apontavam para R$ 5,6 bilhões em recursos ainda não reclamados, indicando uma leve alta para os números consolidados até agosto.
Antecedentes revelam que o Banco Central mantém um cadastro centralizado dos valores esquecidos, que são geridos diretamente pelas instituições financeiras, com destaque para bancos como principais detentores desses recursos, seguidos por consórcios, cooperativas e instituições de pagamentos.
O total de recursos esquecidos nas instituições financeiras atinge cerca de R$ 5,79 bilhões em agosto
Repercussão Jurídica e Posicionamentos
A autoridade monetária destacou que R$ 4,31 bilhões estão disponíveis para 23,9 milhões de clientes pessoas físicas e R$ 1,48 bilhão pode ser retirado por 2,36 milhões de empresas, evidenciando a amplitude da população envolvida na iniciativa de resgate.
A expectativa é que o prazo final para solicitação do dinheiro esquecido encerre-se ainda nesta quarta-feira (16/10), data que marca o término do período legal previsto no regulamento do programa PIS/Pasep, conforme comunicado oficial da Caixa Econômica Federal.



