Às 10h12, o Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira (B3), registrava 206.633,37 pontos, com queda de 1,16% no pregão desta terça-feira (13/10), encerrando uma semana marcada por volatilidade em que o mercado registrou recorde histórico de fechamento na última sexta-feira (9/10), com 209.066,90 pontos e alta de 1,38%.
Contexto Macroeconômico e Indicadores de Mercado
O desempenho do Ibovespa ocorre após uma semana de intensas oscilações impulsionadas por fatores externos e internos, com o petróleo Brent caindo 1,65% para US$ 104,89 após a Ucrânia anunciar a suspensão de ataques a refinarias russas, enquanto o FMI revisou para. As expectativas para o PIB brasileiro foram ajustadas para baixo, com projeção de crescimento de 2,2% em 2026 e desaceleração para 1,9% em 2027, reflexo da Selic em 13,75%, políticas fiscais restritivas e incertezas globais.
Antecedentes recentes indicam que a Bolsa brasileira viveu seu melhor desempenho semanal desde março de 2023, impulsionado por fluxos de capitais estrangeiros e otimismo com a política monetária do Banco Central. No entanto, a nova projeção do FMI sinaliza cautela quanto à sustentabilidade do ritmo de crescimento, dada a combinação de juros altos e redução do suporte fiscal.
O Ibovespa encerrou o pregão desta terça-feira em queda de 1,16%, cotado a 206.633,37 pontos, após registrar recorde histórico na semana anterior.
Projeções Econômicas e Desdobramentos Institucionais
O Fundo Monetário Internacional (FMI) reduziu sua projeção para o PIB brasileiro de 2,4% para 2,2% em 2026 e prevê desaceleração para 1,9% em 2027, citando condições monetárias restritivas da Selic em 13,75%, ausência de estímulo fiscal e tensões geopolíticas que impactam a confiança externa.
Especialistas apontam que a combinação de juros altos com fragilidade estrutural no consumo interno pode limitar a recuperação econômica, mesmo com o dólar em valorização (R$ 5,02) e projeções globais otimistas para 2026 e 2027.



