Segundo a O rganização Mundial da Saúde (O MS), cerca de 359 milhões de pessoas no mundo convivem com a ansiedade, condição que, quando excessiva e persistente, compromete significativamente a qualidade de vida e o funcionamento cotidiano dos indivíduos, sendo caracterizada por sintomas psicológicos como preocupação exagerada e medo irracional, além de manifestações físicas como taquicardia, sudorese e distúrbios do sono.
Contexto Institucional e Evidências Científicas sobre Intervenções para a Ansiedade
A investigação recente revela que 54% da geração Z enfrenta ansiedade de performance em níveis elevados, conforme indicado pela O MS, evidenciando uma crise silenciosa que atinge jovens em contextos de alta pressão social e profissional.
O psiquiatra Luiz Carlos Souza Sampaio, presidente do Colégio Médico Brasileiro de Acupuntura, ressalta que os benefícios da técnica milenar chinesa para o tratamento da ansiedade são considerados inconclusivos devido a vieses metodológicos predominantes nos estudos científicos.
Especialistas destacam que a acupuntura age sobre o sistema nervoso autônomo, regulando a atividade simpática e parassimpática, além de estimular a liberação de serotonina e opiáceos endógenos, neurotransmissores ligados à modulação do humor e ao relaxamento.
Apesar das evidências limitadas, o diagnóstico preciso segundo a Classificação Internacional de Doenças (CID) é pré-requisito para indicar qualquer intervenção terapêutica, seja ela isolada ou combinada com psicoterapia e medicamentos.



