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Política

Flávio aciona PGE contra perfis por boatos sobre Nossa Senhora Aparecida: entenda os detalhes da apuração

PorGabriela MartinsVerificadoOrtografia IAPublicado Há 50 min
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Flávio aciona PGE contra perfis por boatos sobre Nossa Senhora Aparecida: entenda os detalhes da apuração
Fatos Rápidos da Notícia
  • Flávio Bolsonaro (PL) acionou a Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE) em 25/9 para investigar perfis nas redes sociais que divulgaram boato de que ele retiraria Nossa Senhora Aparecida do título de padroeira do Brasil
  • A campanha identificou ao menos 29 perfis responsáveis pela disseminação do conteúdo, com apuração que aponta para possível ação coordenada
  • O pedido inclui a instauração de inquérito criminal na Justiça Eleitoral para apurar eventual prática de crime eleitoral
Resumo Editorial

Flávio Bolsonaro denuncia 29 perfis por boatos eleitorais que questionam a padroeira Nossa Senhora Aparecida, acionando a PGE para investigar crime eleitoral com prazo de 30 dias.

Na sexta-feira (25/9), o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) formalizou a denúncia contra ao menos 29 perfis nas redes sociais que divulgaram boato de que ele retiraria Nossa Senhora Aparecida do título de padedeira nacional, acionando a Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE) para investigar possível prática de crime eleitoral.

Apuração da O peração de Disfusão e Estrutura Jurídica da Denúncia

A equipe jurídica do candidato protocolou uma notícia-crime na PGE, com base em perícia técnica que identificou padrões de publicação coordenada entre contas no X (antigo Twitter), Facebook e Instagram, além de compartilhamento por parlamentares e páginas políticas, com o objetivo de mapear a origem e a estrutura administrativa das contas envolvidas.

Conforme laudo preliminar da campanha, os perfis analisados exibem sincronização temporal e identidade visual consistente, indicando possível coordenação entre agentes com interesse em desestabilizar a imagem do candidato por meio de desinformação eleitoral.

Ponto de Destaque

A denúncia formaliza a suspeita de ação coordenada por 29 perfis para manipular a opinião pública em plena fase eleitoral.

Repercussão Institucional e Desdobramentos Processuais

A Procuradoria-Geral Eleitoral acolheu o pedido e comunicou a abertura imediata de procedimento para apurar a responsabilidade civil e criminal dos envolvidos, com foco na configuração do crime eleitoral previsto no artigo 41 da Lei nº 9.504/97.

O TSE já havia corrigido uma informação errada divulgada pela GloboNews sobre o tema na noite anterior ao protocolo da ação, reconhecendo que a confusão derivou de interpretação equivocada de declaração antiga do candidato sobre um eventual 'Brasil do Senhor Jesus Cristo', não sobre a padroeira.

Atenção / Ponto Crítico
A Justiça Eleitoral tem até 30 dias para decidir pela abertura formal de inquérito criminal ou arquivamento do caso.

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