Na madrugada de domingo, 4 de outubro, durante as primeiras horas de votação nas Eleições de 2026, a Polícia Federal conduziu operação coordenada para prevenir e coibir crimes eleitorais em âmbito nacional, resultando na apreensão de R$ 57.379 em bens e valores — incluindo R$ 34.228 em espécie — e na condução de 28 pessoas, com ocorrências registradas em oito estados até às 9h do dia.
Contexto Institucional e O peracional da Ação Preventiva
A Polícia Federal destacou-se como força-tarefa principal na fiscalização do pleito eleitoral, articulando ações coordenadas em oito unidades da federação — Bahia, Minas Gerais, Roraima, Acre, Distrito Federal, Rondônia, Amapá e Paraíba — para investigar indícios de propaganda irregular e corrupção eleitoral, especialmente a prática de compra de votos e uso indevido de recursos públicos em campanhas.
As investigações foram coordenadas com base em inteligência estratégica e monitoramento prévio das atividades suspeitas, culminando na apreensão de valores que já somavam mais de R$ 45,6 milhões em bens relacionados a crimes eleitorais até o momento da publicação do balanço preliminar às 9h do domingo.
Mais de R$ 30 milhões em dinheiro em espécie foram apreendidos em operação nacional contra crimes eleitorais até as 9h do primeiro dia de votação.
Repercussão Legal e Desdobramentos Imediatos
A Procuradoria-Geral da República acionou o Ministério Público Eleitoral para acompanhar as investigações apuradas pela PF, reforçando o compromisso institucional com a integridade do processo democrático e a aplicação rigorosa das sanções previstas no Código Eleitoral.
Especialistas apontam que as ações realizadas neste domingo representam apenas o início de um trabalho mais amplo ao longo do calendário eleitoral, com reforço na fiscalização das redes sociais e no controle de gastos para garantir transparência total até o dia da apuração.



