Na manhã de segunda‑feira (24), dezenove escolas municipais do Rio de Janeiro foram fechadas após a deflagração simultânea de operações policiais da Polícia Militar contra o crime organizado, que resultou na prisão de dezenove suspeitos e na apreensão de quatro fuzis, dois deles calibre 7,62 e dois de calibre 5,56, além de dois veículos incendiados na Avenida Brasil.
O perações Policiais Contra o Crime O rganizado nas Regiões da Zona Sul e Norte
As ações da Polícia Militar ocorreram de forma coordenada em diversas áreas da capital, incluindo Parada de Lucas, Vigário Geral, Chapadão (Pavuna/Anchieta) e Gardênia Azul/Canal do Anil, conforme informou a Secretaria Municipal de Educação. As investigações preliminares apontaram a participação de facções criminosas que utilizavam barricadas e pontos de controle para impedir a circulação nas vias principais.
O s agentes iniciaram as diligências ao longo da madrugada, com mais de duzentos policiais envolvidos, dentre os quais equipes especiais como o BOPE foram mobilizadas para garantir a segurança das áreas residenciais e impedir a reativação dos grupos armados.
Dezenove escolas foram fechadas e quatro fuzis, dois calibres 7,62 e dois 5,56, foram apreendidos durante as operações policiais simultâneas.
Repercussão Jurídica e Impactos na Educação
A Secretaria Municipal de Educação comunicou que as aulas foram suspensas ainda pela manhã e permaneceram interrompidas durante a tarde, afetando milhares de estudantes nas unidades localizadas em Parada de Lucas/Vigário Geral, Complexo do Chapadão e Gardênia Azul/Canal do Anil.
Representantes da Polícia Civil e da Secretaria de Segurança Pública afirmaram que as investigações seguem em andamento e que medidas judiciais serão adotadas contra os envolvidos, com possibilidade de prisão preventiva e aplicação de lei anticrime.



