No domingo (23), durante confrontos entre torcedores do Bahia e Vitória em Salvador, dois homens foram mortos e quatro pessoas ficaram feridas, com seis indivíduos presos em flagrante por homicídio qualificado, tentativa de homicídio, posse de artefato explosivo e tumulto, horas antes do clássico Ba-Vi no Estádio Manoel Barradas.
Contexto Institucional e Antecedentes dos Confrontos
As investigações conduzidas pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) apuraram que o primeiro óbito ocorreu na avenida 29 de Março, próximo ao Barradão, onde José Alexandre Souza Borges, 28 anos, foi alvejado por integrantes da Torcida Uniformizada O s Imbatíveis (TUI), vinculada ao Vitória, após ser identificado como membro da Bamor, torcida do Bahia; imagens capturadas por testemunhas documentam perseguição e agressão física antes da morte.
Antecedentes revelam que a decisão do Ministério Público da Bahia, desde 2017, de adotar jogos com torcida única visava prevenir violência entre rivais após histórico de confrontos em Salvador, enquanto a Polícia Civil mantém postura técnica ao separar apurações entre os casos de Alexandre e Lucas dos Reis Bomfim.
Dois mortos e seis presos em confrontos entre torcedores do Bahia e Vitória no domingo (23), em Salvador.
Repercussão Institucional e Medidas Preventivas
O Ministério Público da Bahia emitiu nota condenando os atos violentos e reiterando solidariedade às famílias das vítimas, destacando que as investigações seguem sob responsabilidade compartilhada das forças de segurança para identificar autores e desarticular dinâmicas organizacionais.
A Secretaria Municipal de Mobilidade (Semob) registrou três casos de vandalismo contra ônibus na cidade, enquanto a Polícia Civil informa que perícias ongoing buscam esclarecer se elementos materiais apreendidos — como artefatos explosivos e objetos perfurocortantes — indicam coordenação prévia ou espontaneidade dos ataques.



